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IFSul terá vagas para curso preparatório voltado a alunos da rede pública
O Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul) vai participar da execução do programa Partiu IF, iniciativa do Ministério da Educação (MEC) que busca garantir maior acesso de estudantes da rede pública ao Ensino Médio Técnico ofertado pela Rede Federal. Lançado no dia 10 de março, o programa tem início previsto para abril e será desenvolvido em todas as unidades do IFSul.
Além de executar o programa no Rio Grande do Sul, o IFSul também é responsável pela coordenação da iniciativa em toda a Região Sul do país.
Apoio à aprendizagem e inclusão
O Partiu IF é voltado a estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental matriculados em escolas públicas. A proposta é oferecer atividades que promovam a recuperação de aprendizagens e incentivem a continuidade dos estudos na Rede Federal.
De acordo com o pró-reitor de Ensino do IFSul, Rodrigo Nascimento, o programa terá editais de inscrição lançados ainda em março. Ao todo, serão disponibilizadas 4.240 vagas na Região Sul do país, que inclui, além do IFSul, os seguintes institutos:
- Instituto Federal do Paraná (IFPR)
- Instituto Federal Catarinense (IFC)
- Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC)
- Instituto Federal Farroupilha (IFFar)
- Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS)
Como será a formação
O curso terá carga horária total de 320 horas, com atividades previstas de abril a novembro de 2025. O conteúdo será dividido em duas frentes:
Educação Básica: com foco nos componentes curriculares de Língua Portuguesa, Matemática e Ciências da Natureza.
Educação Suplementar: com oficinas de redação, resolução de problemas, debates, orientação psicopedagógica, acompanhamento emocional e outras atividades complementares, conforme a realidade de cada unidade.
Quem pode participar
O programa é voltado exclusivamente a estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental que atendam a pelo menos um dos seguintes critérios:
- Ter cursado toda a educação básica em escolas públicas;
- Possuir renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo;
- Ser autodeclarado preto, pardo, indígena ou quilombola;
- Ter algum tipo de deficiência.
A proposta também visa garantir a permanência e o sucesso desses estudantes nos cursos da Rede Federal, contribuindo para a redução de desigualdades e a promoção da equidade no acesso ao ensino técnico de qualidade.
*Com informações do IFSul
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